Minissérie - O Reencontro

Após cinco minutos de descanso, Rico ficou novamente em pé e disse:
- Acho que já chega de descansar, não é?
- Por mim, eu nem teria parado... – respondeu Kawan.
Rico sorriu e segurou no boné de Kawan, puxando-o até enterrar novamente o pau em sua boca. Ajoelhado, Kawan abocanhou-o sedento de aproveitar mais daquele instrumento de prazer sexual.
Rico segurava atrás da cabeça de Kawan com as duas mãos, bombando o pau em sua boca, admirando-se com o desejo do rapaz.
Kawan aproveitava para puxar Rico de encontro a si, atolando aquele pau delicioso em sua garganta. Puxando as pernas de Rico para baixo, Kawan fez com que ele se ajoelhasse, e depois se sentasse no tapete macio. Em momento algum ele tirou o pau da boca,, e mergulhou no colo de Rico, sugando-o, enquanto empurrava-o ainda mais para o chão.
Rico deitou-se, apoiando a cabeça nos braços, para poder olhar Kawan trabalhando em seu pau. E a visão de onde estava era maravilhosa. Podia visualizar a boca sedenta de Kawan sugando-o e as mãos ávidas que percorriam seu corpo, sem se desconcentrar de sua missão principal.
Naquela posição, o pau de Rico parecia bem maior, de modo que Kawan abocanhava-o, fazendo-o deslizar até a garganta, puxando-o de volta com os lábios presos, causando uma pressão que mantinha a glande constantemente inchada.
Deitado, Rico pouco podia fazer. Assim, aproveitava quando a boca de Kawan descia sobre ele e jogava os quadris para cima, enterrando por alguns segundos o pau na boca melosa.
Os dedos de Kawan percorriam caminhos pelas pernas peludas de Rico, sentindo seus músculos e sua carne, sentindo a dureza em sua boca, deliciando-se com aquele momento sublime.
O tesão era tanto que Kawan queria beber aquela porra novamente, mas sabia que isso poderia comprometer o desempenho de Rico. Apesar do pau do amigo estar duro como pedra, ele tinha acabado de gozar em sua boca, de modo que decidiu não abusar.
- Quero te comer, porra.
- Agora, agora! – falou Kawan.
- Vem cá, seu sacana. Deita aqui na minha frente...
Kawan ajeitou-se na frente de Rico, o calor da lareira aquecendo suas barriga e peito,enquanto a pele nua de Rico esquentava suas costas.
Rico roçou o pau entre as pernas de Kawan, sentindo as coxas pequenas e firmes se fecharem sobre ele, prendendo-o. Lentamente ele movimentou o pau, até que ele se encaixou entre as nádegas de Kawan. Sua mão desceu e segurou na base do pau, enquanto virava-o em direção ao cuzinho fechado e de bordas macias.
Aproveitou-se de sua própria lubrificação e da saliva acumulada que Kawan deixara em seu pau. Quando encontrou os músculos macios do esfíncter, Rico empurrou o pau para dentro, sentindo que a penetração fazia Kawan estremecer.
Ele enfiou lentamente, sentindo a receptividade daquele cuzinho quente e úmido abrindo-se para ele, e arremeteu mais rápido, até que estivesse todo dentro de Kawan.
Kawan apertava os olhos, consciente da invasão ao seu corpo e aproveitando cada segundo daquele prazer intenso. Ele remexia os quadris, fazendo o pau de Rico dançar dentro dele, sentindo que ele roçava em seu interior, reto e duro, exigindo mais espaço.
Rico, sem desgrudar o corpo do de Kawan, ajoelhou-se, erguendo uma das pernas de Kawan e colocando-a apoiada em seu ombro. Dessa forma, podia ver seu pau entrando e saindo de dentro do corpinho do amigo.
Segurando a perna de Kawan pelo tornozelo, ele começou a bombar, a princípio lentamente, vendo como sua invasão deixava Kawan extasiado.
Kawan tentava apertar o cuzinho o máximo que podia, mas naquela posição era difícil. Seu cu ficava exposto à vara de Rico, que bombava agora mais rápido, fazendo-o sentir um tesão crescente. Como não queria gozar agora, ele segurou a bunda de Rico, tentando diminuir seus movimentos, mas o corpo do amigo parecia agir por conta própria.
Então Kawan conseguiu empurra-lo e Rico caiu deitado. Kawan rapidamente montou sobre ele, abrindo as pernas entre sua cintura e descendo o corpo, sentindo o pau cutucar-lhe as entranhas, enquanto massageava o peito de Rico.
Ele subia e descia rapidamente, alargando o buraquinho onde Rico se divertia. Sentia o calor do membro duro deslizando dentro dele e gemia de êxtase, rebolado com velocidade, fazendo o corpo de Rico se contorcer.
O tesão era crescente. Os pensamentos de ambos giravam em mil direções. Rico fodia Kawan mesmo deitado, pressionando seu pau para cima e inchando-o com o sangue que lhe intumescia seus nervos.
Kawan, sentindo as pernas formigarem com o esforço, virou-se de costas para iço e posicionou-se de quatro, esperando que o amigo ajoelhasse atrás dele. Mas Rico ficou de pé e abriu as pernas ao redor da bundinha lisa e empinada, descendo, com o pau empinado em direção ao cuzinho aberto.
A invasão arrancou um gemido alto de Kawan, que quase desabou sob a penetração violenta. Mas ele manteve-se firme e resistiu às estocadas de Rico, encostando o rosto no chão e trincando os dentes enquanto era rasgado.
Rico contorcia-se sobre o corpo curvado de Kawan, fazendo com que seu pau penetrasse cada vez numa direção diferente. A sensação era enlouquecedora e ele sentiu que a fricção estava trazendo o orgasmo.
Ele pediu para Rico acelerar seus movimentos e o rapaz obedeceu. Suas pernas desabavam dobradas, parando ao encontrar a bunda empinada. Seu pau atingia Kawan lá no fundo, pressionando seus nervos e antecipando seu gozo.
Logo, Rico estava tirando e colocando o pau com facilidade, e a cada estocada sentia o som da pressão do seu pau, forçando a entrada. Kawan gemeu mais alto do que o normal e Rico percebeu que ele estava prestes a gozar. Retorceu o pau dentro do cuzinho apertado e fez com que Kawan se contorcesse, enquanto o primeiro jato escapava de seu pau.
Kawan gritou de tesão, enquanto Rico dava as últimas estocadas, depois sentiu o pau sair de dentro dele com um som de sucção e caiu ajoelhado dizendo:
- Goza em cima de mim... Não desperdice uma gota. Me enche de porra!
Rico segurou firme nopau e começou a masturba-lo rapidamente, virando-o em direção ao peito de Kawan. As ondas de prazer vieram rápido, e ele sentiu seus próprios jorros despejando-se sobre o corpo de Kawan, misturando-se à porra já derramada, enquanto ele gritava de tesão.
Kawan esfregou a porra no peito, e virou-se para Rico, dizendo:
- Acho que nós dois merecemos um bom banho...
Rico concordou, e ambos fora, pelados, para o banheiro.
Ao final da tarde, os amigos já estavam de volta. Arrumaram as malas na bagageira do carro e partiram, deixando para trás todas as lembranças deliciosas daqueles dois dias.
A partir daquele dia, Wendel decidiu aproximar-se mais de Rico, e os dois começaram a freqüentar a casa de campo aos fins de semana. Ali, ambos viveram grandes aventuras, e transformaram a casa num ponto de encontros picantes.
Kawan também, sem resistir aos encantos do caseiro, agora volta pelo menos uma vez por mês ao local, escondido de Wendel, e fica no pequeno bangalô de César, onde eles vivem tórridas relações sexuais. César, por sua vez, deixou de transar com outras pessoas, e agora espera avidamente o momento em que Kawan chegará na casa para ficar com ele.
Tomas, apesar deter vivido deliciosas aventuras com Kawan, não estava preparado para assumir-se. Assim, decidiu que era apenas um hetero que pulou ao muro dos gêneros e experimentou algumas aventuras gays.
Fernando, o desmemoriado, foi entregue à Casa de Saúde, de onde foi encaminhado de volta para uma clínica de doentes mentais. Assim que voltou a tomar seu medicamento, deixou de lembrar-se das aventuras que viveu no sítio.
E assim, cada um continuou sua vida, alguns melhores que outros, mas todos eles personagens de um passado que não volta mais.




















































































nossaaa max parabens por ter postado essa minisserie, e muito gostosa acompanhei cada capitulo ancioso pelo proxima
por favor posta mais minisseries gostosas como essa
valew cara gozei muuuiitoooooooo
abraçao
Valeu amigo, poucas pessoas comentaram nas postagens da minissérie... postagens sem comnetários acho que maioria não gostou....mas vou ver se posto outra em 2011... abrass
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